Protetor solar manipulado garante segurança e personalização ao tipo de pele do cliente

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O sol é essencial à vida e à nossa saúde, porém a exposição prolongada a ele é prejudicial à pele. Para evitar problemas futuros causados pela exposição à radiação solar – notadamente aos raios UVA e UVB, os mais perigosos – é que se faz necessário o uso do protetor solar. Quem não quer comprar um protetor industrializado, seja devido ao preço ou à necessidade de ter algo mais adequado à particularidade de sua pele, deve apostar nos produtos manipulados. Estes possuem a mesma eficácia daqueles presentes nas gôndolas de mercados e farmácias. “Muitas pessoas têm medo de utilizar o protetor solar manipulado achando que a eficácia dele é inferior à do produto industrializado, mas isso é um mito. Os manipulados, se feitos com os critérios adequados, têm o mesmo nível de proteção”, afirma Vilma Antonia Lourenço Fichera, farmacêutica e bioquímica. O único cuidado é escolher uma farmácia conhecida e idônea, pois a manipulação de protetores requer conhecimento técnico e acesso a novas tecnologias, devendo contar com profissionais capacitados. “A farmácia que dispõe destes recursos manipulará o protetor de acordo com a solicitação médica e necessidades do cliente, podendo ter um produto final com ótimo valor sensorial”, salienta Vilma.

As principais substâncias presentes na composição do protetor solar são os filtros solares. São eles que protegerão a pele dos raios nocivos que chegam através do sol. Vilma explica que para manipular protetores solares com FPS altos, são empregados filtros solares químicos, que absorvem a radiação, filtros solares físicos, que refletem a radiação, e ainda os filtros químicos mais atuais, que apresentam duplo comportamento, absorvendo e refletindo a radiação. Quanto maior o Fator de Proteção Solar, FPS, mais tempo é possível ficar ao sol sem danificar a pele. Mas atenção: produto com FPS 70, por exemplo, não significa que irá protegê-lo mais que o dobro do tempo que um similar ao FPS 30. Acima de 30, o grau de proteção aumenta, mas não na proporção que o FPS faria supor. Segundo ela, a legislação exige que na rotulagem do produto manipulado seja usado o termo “estimado” para o FPS, visto que as formulações não podem ser analisadas individualmente. Porém a farmácia, para chegar a este fator, possui uma combinação prévia de filtros solares já estudada e analisada por laboratórios credenciados para os testes de FPS (in vitro e in vivo). A grande tendência do mercado é a utilização de filtros com FPS a partir de 30 e oil free (livres de óleo). Protetores multifuncionais, contendo hidratantes, antioxidantes e antipoluição, também ganham cada vez mais espaço. “Ao visitar o médico dermatologista, é possível ter uma receita de protetor com as particularidades que a pele do paciente pede. O objetivo é adequar o produto a cada perfil de cliente com a mesma segurança de um produto industrializado”, finaliza a farmacêutica.

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