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Conheça o nosso blog, que conta com dicas de como manter uma vida saudável a partir de uma alimentação equilibrada, exercícios físicos e prevenção de doenças por meio de tratamento personalizado. Confira os artigos publicados e siga as dicas da Grindélia!
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Sarcopenia é a perda de massa muscular, um acontecimento comum após os 50 anos de idade, período que há maior redução da quantidade e tamanho das fibras que formam os músculos, redução da atividade física, e principalmente devido à redução de hormônios como estrogênio e testosterona.

Os principais sintomas desta situação incluem perda da força, do equilíbrio e do desempenho físico para realizar atividades, como caminhar, subir escadas ou se levantar da cama.

Para recuperar os músculos, é importante evitar o sedentarismo e praticar exercícios físicos, com treinos de força e aeróbicos, além de uma alimentação adequada, rica em proteínas e nutrientes, de preferência presentes em carnes magras, derivados de leite e vegetais, como soja, lentilha e quinoa.

A falta de massa magra provoca inúmeras dificuldades na vida do idoso, que surgem aos poucos, como desequilíbrio, dificuldade para caminhar e para atividades como fazer compras, arrumar a casa, ou, até atividades básicas como tomar banho e se levantar da cama.

À medida que a massa muscular atrofia, o idoso tem maior risco de quedas, e começa a apresentar a necessidade de andar com o apoio de alguém, uma bengala ou de cadeira de rodas, além de ter mais dores pelo corpo, provocadas não só pelo desgaste dos ossos e articulações, mas também pela falta de músculos para ajudar na estabilização das juntas do corpo.

Como evitar a perda de massa muscular:

A atrofia e destruição das células musculares é um processo natural, que acontece em todas as pessoas a partir dos 30 anos que sejam sedentárias, e se nada for feito para evitar, a tendência é se tornar um idoso frágil, com dificuldades para tarefas diárias e com maior tendência a ter dores pelo corpo.

Para evitar a sarcopenia, é muito importante adotar hábitos, como:

  • Praticar atividades físicas, tanto de força muscular e resistência, como musculação e pilates, por exemplo, quanto aeróbico, com caminhadas e corridas, para melhorar a circulação sanguínea e o desempenho do corpo.
  • Ter uma alimentação rica em proteínas, presente em carnes, ovos e derivados do leite, para estimular o crescimento muscular, além de carboidratos, gorduras e calorias para dar energia, nas quantidades corretas, de preferência orientadas pelo nutricionista.
  • Evitar o fumo, pois o cigarro, além de alterar o apetite, compromete a circulação sanguínea e intoxica as células do corpo;
  • Beber cerca de 2 litros de água por dia, mantendo-se hidratado para melhorar a circulação, o ritmo intestinal, o paladar e a saúde das células;
  • Evitar bebidas alcoólicas em excesso, pois este hábito, além de contribuir para a desidratação, prejudica o funcionamento de importantes órgãos do corpo, como fígado, cérebro e coração.

Também é muito importante manter o acompanhamento com o clínico geral ou geriatra, para que exames de rotina e check-ups sejam feitos para identificar e tratar possíveis doenças que podem piorar a perda de massa magra, como diabetes, hipotireoidismo, doenças do estômago, intestino e relacionadas à imunidade, por exemplo.

Para as pessoas que já tem uma perda de massa muscular e nesse contexto entram tanto idosos, como jovens e adultos que vem apresentando sinais de sarcopenia, devido a hábitos de vida, condições adversas como pós cirurgias, pós internações, pós doenças que levam a esse tipo de condição corporal com perda significativa de musculatura (um exemplo foi a condição clássica observada nos pacientes recuperados de covid), temos como uma opção e aliada de tratamento, um ativo farmacêutico que vem alcançando resultados importantes e significativos.

AMINO MP9 :

Amino MP9® contém os 9 aminoácidos essenciais que são indispensáveis para a síntese proteica muscular, é composto por L-Leucine, l-Lysine Acetate , L-Valine, L-Isoleucine, L-Threonine, L-Phenylalanine, L-Methionine, L-Histidine, L-Tryptophan.

Com base em evidências científicas foi possível verificar que somente 1,5 g de Amino MP9® estimulam a síntese proteica equivalente a 40 g de Whey Protein.

Alguns aminoácidos podem ser sintetizados no corpo humano a partir de outras moléculas, porém dentro desse grupo, 9 aminoácidos essenciais não podem ser sintetizados e, portanto, devem ser ingeridos através de suplementação: Leucina, L-Lisina, L-Valina, L-Isoleucina, L-Treonina, L-Fenilalanina, L-Metionina, L-Histidina, L-Triptofano.

Dentre os benefícios proporcionados por este insumo, destacamos:

-Origem não-animal.

-Estímulo da síntese proteica muscular.

-Recuperação muscular mais rápida.

-Diminuição da degradação muscular.

-Aumenta o metabolismo basal.

-Aumenta e mantem a massa muscular magra.

-5,9 kcal por grama.

-Não contém aditivos, conservantes, excipientes, carboidratos ou gorduras.

Importante também salientar que a dose usual para o tratamento de sarcopenia é de 1,5g. E este suplemento, por estimular a síntese proteica muscular também pode ser utilizado para hipertrofia (3 g) e aumento da síntese proteica muscular em atletas (6 g).

Para maiores informações, procurar nossa equipe de atendimento e farmacêuticos.

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Enzimas digestivas são proteínas de ocorrência natural que atuam acelerando as inúmeras reações bioquímicas no trato gastrointestinal (TGI). Essas enzimas ajudam a quebrar os alimentos ingeridos, criando os nutrientes de que o corpo necessita.

As enzimas digestivas promovem uma digestão ideal, de modo que aproveitamos o máximo os nutrientes que ingerimos. E, ao estimular uma digestão saudável, as refeições ficam mais confortáveis.

Diversos fatores podem interferir com a produção de enzimas digestivas e afetar nossa digestão, incluindo a falta de mastigação, distração e estresse durante as refeições, uso de certos medicamentos, declínio da produção endógena com o envelhecimento, fisiopatologias e o consumo de alimentos altamente processados.

Em resumo essas são as razões pelas quais deveríamos fazer uso das enzimas digestivas

  • Decompõem macronutrientes dietéticos, otimizando a nutrição
  • Ajuda na digestão de alimentos que contêm gorduras, proteínas e/ou carboidratos.
  • Alivia o desconforto digestivo após grandes refeições.
  • Auxilia na digestão de lactose em casos de intolerância a lactose.

 

ALFA-AMILASE

Alfa-amilase é a enzima que catalisa a quebra de carboidratos, como o amido, em cadeias menores, os dissacarídeos, e posteriormente, no monossacarídeo glicose, mais facilmente digerido e absorvido.

 

ALFA GALACTOSIDASE

A alfa galactosidase é uma enzima necessária para a digestão de alimentos ricos em amido, como feijão, brócolis, couve de Bruxelas e repolho, dentre outros. Auxilia na digestão de carboidratos complexos, como a amido, e reduzindo a formação de gases e flatulência.

 

BROMELINA

(Fonte: Ananas comosus)

A bromelina é complexo enzimático proteolítico encontrado nas diferentes partes das plantas da família Bromeliaceae, da qual Ananas comosus L., o abacaxi, é a fonte mais conhecida. Através da sua ação enzimática, auxilia no processo digestão de proteínas.

 

LACTASE

A lactase ou beta galactosidase é uma enzima que digere a lactose – o principal carboidrato presente no leite e derivados – em glicose e galactose no trato gastrointestinal. Indivíduos com insuficiência na produção dessa enzima apresentam manifestações relacionadas à intolerância à lactose, como dor abdominal, inchaço, diarreia e flatulências, quando consomem leite e/ou seus derivados.

 

LIPASE

A lipase é uma enzima essencial para a digestão de gordura, atuando em conjunto com os efeitos de emulsificação dos sais biliares liberados pela vesícula biliar. Quando há insuficiência na produção da lipase, o metabolismo de lipídios pode estar comprometido e se manifestar em indigestão e esteatorreia. Assim, a suplementação de lipase reduz os sintomas como desconforto gástrico e gases após refeições ricas em gordura.

 

PANCREATINA

A pancreatina é um complexo enzimático produzido no pâncreas de mamíferos, contendo principalmente amilase, lipase e protease, que por sua vez atuam na digestão de amido, gordura e proteínas. É utilizada em condições nas quais há insuficiência enzimática pancreática, comprometendo a digestão.

 

PAPAÍNA

A papaína é uma enzima com ação proteolítica e anti-inflamatória, obtida do mamão (Carica papaya). Auxilia no processo digestivo promovendo a dissociação de proteínas em moléculas mais simples passíveis de serem absorvidas.

 

PEPSINA

A pepsina é uma enzima envolvida na digestão de proteínas, hidrolisando as ligações protéicas em cadeias menores de aminoácidos, promovendo a absorção e o aproveitamento destes nutrientes pelo organismo.

 

PROTEASE

As proteases são enzimas que quebram as ligações peptídicas das proteínas, formando os peptídeos e aminoácidos, mais prontamente biodisponíveis ao organismo.

Ciclo circadiano: o nosso relógio biológico


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Os probióticos são bactérias benéficas que vivem no intestino e melhoram a saúde geral do organismo.

Quando a flora intestinal está em desequilíbrio (o que pode acontecer após o uso de antibióticos ou por alimentação inadequada, por exemplo), o intestino acaba sendo povoado por bactérias ruins, que não ajudam o sistema imunológico e deixam o organismo susceptível a doenças.

A atuação dos probióticos consiste em promover um aumento das bactérias “do bem” no intestino e, ao mesmo tempo, impedir o crescimento daquelas “do mal”, que podem provocar doenças. Tudo isso ocorre na microbiota (ou flora) intestinal, que é um conjunto de 100 trilhões de bactérias que habitam o nosso aparelho digestivo. Os probióticos ajudam essa população bacteriana a viver em harmonia.

Cada um de nós tem uma microbiota diferente que evolui durante a vida, podendo ser influenciada por diversos fatores, relacionados principalmente ao estilo de vida de cada um. Medicamentos, estresse e alimentação inadequada são exemplos de fatores que podem perturbar o equilíbrio de nossa microbiota.

Uma flora intestinal saudável e rica em probióticos começa a ser formada desde o nascimento, especialmente quando o bebê nasce por parto normal e quando é amamentado com exclusividade durante o início da vida.

Os benefícios dos probióticos são:

– combater e prevenir doenças intestinais, candidíase, hemorroidas, infecção urinária e câncer;

– melhorar a digestão e combater a azia;

– combater a prisão de ventre e a diarreia, regulando o trânsito intestinal;

– aumentar a absorção de nutrientes;

– fortalecer o sistema imunológico;

– impedir a proliferação de bactérias ruins no intestino;

– ajudar a digerir a lactose;

– prevenir problemas como obesidade, colesterol alto, hipertensão, alergias e intolerâncias alimentares;

– ajudar a melhorar o humor.

Por isso, consumir diariamente probióticos ajuda a manter uma microbiota saudável.

Existem duas formas principais de ingerir probióticos: a primeira é feita através do aumento do consumo de alimentos com probióticos naturais. Alguns exemplos são: iogurte natural, kefir, leite fermentado, kombucha, ​produtos orientais à base de soja, chucrute, picles e levedura natural.

E a outra forma de consumir os probióticos é através do uso de suplementos. Eles podem ser em cápsulas, líquidos ou sachês, que devem ser diluídos em água ou sucos naturais para serem consumidos. Quanto maior a diversidade de probióticos e o número de bactérias dentro de um suplemento, melhor será, pois facilitará o desenvolvimento mais rápido de uma flora intestinal saudável.

Atualmente, estão disponíveis vários tipos de probióticos para as farmácias de manipulação, podendo ser feitos suplementos concentrados. Procure a farmácia de manipulação de sua confiança para se informar melhor sobre o assunto.

Lembrando que é importante manter uma alimentação saudável rica em fibras. Elas são os principais alimentos para os probióticos, favorecendo sua sobrevivência no intestino.

Leia nosso post blog sobre a importância da saúde intestinal 

E não se esqueça de consultar médico ou nutricionista caso apresente problemas no funcionamento do intestino.

Conheça fontes veganas de probióticos 

 


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Reconhecido como o “segundo cérebro”, sempre é muito importante frisar a importância da saúde intestinal. O intestino faz parte do sistema digestivo e é por meio dele que ocorrem alguns dos mais importantes processos no corpo humano. Ele é responsável pela absorção da maioria dos nutrientes (função do intestino delgado) e pela absorção da maior parte de água (função do intestino grosso) no organismo. Em seu trabalho normal, os alimentos devem percorrer todo o sistema digestivo a uma velocidade metabólica ideal. Tudo para que a massa alimentar e o bolo fecal não fiquem retidos (em qualquer parte do seu trajeto) mais do que o tempo necessário. Alimentos ricos em fibras, além de hidratação adequada contribuem para a saúde do nosso intestino.

Pesquisas mostram que, por conta dos milhares de nervos, o intestino pode lançar sinais químicos e interconexões. Daí as sensações de medo ou angústia, entre outras, serem muito sentidas pelo órgão (e o que muitos entendem como dor de barriga, é o intestino “pensando” como um cérebro mesmo).

A nutrição adequada otimiza a função intestinal, ou seja, dá suporte para que o intestino execute sua função: digestão, absorção de nutrientes e excreção. Se o processo falhar em alguma etapa, sentimos os “efeitos colaterais”: maior produção de gases, distensão abdominal, desconforto, constipação ou diarreia, alterações de sono e humor, baixa na imunidade, perda de vitalidade da pele, unhas e cabelo, queda na disposição física, entre outros. As fibras têm múltiplas funções. Podem ajudar na retenção de água nas fezes, aumentar o bolo fecal e gerar uma consistência que facilite a expulsão das fezes, além de servirem como fonte de energia para os microrganismos presentes na microbiota intestinal. São diversos benefícios ao trato digestivo e à saúde como um todo.

É tarefa quase impossível falar em nutrição do intestino sem citar a microbiota intestinal. Ela é composta por bactérias que habitam naturalmente o intestino. Essas bactérias desempenham um papel metabólico, nutricional, e fisiológico. Também são fundamentais nos processos imunológicos do corpo humano, exercendo atividades metabólicas muito importantes. Elas contribuem no metabolismo, na digestão e absorção de vitaminas e fortalecem o sistema imunológico.

Por que o Intestino é considerado nosso segundo cérebro? 

Nos últimos anos, vários estudos apontam o intestino também como um importante órgão endócrino que ajuda na produção de hormônios e neurotransmissores que influenciam o funcionamento de todo o corpo, assim como a saúde mental. É por esse motivo que o intestino tem sido chamado de segundo cérebro.

As fibras alimentares apresentam grande papel na manutenção da saúde do nosso intestino. Primeiramente, elas são a parte do alimento vegetal que não é digerível, sendo assim, resistentes à digestão e à absorção intestinal. Também não são absorvidas pelo organismo. No entanto, elas trazem grandes benefícios ao organismo e se classificam em fibras solúveis e insolúveis.

Probióticos: o que são e quais são os principais benefícios para sua saúde

Resumindo: fibras alimentares são compostos de origem vegetal, correspondentes às partes comestíveis de plantas ou carboidratos análogos que, quando ingeridos, são resistentes à hidrólise, digestão e absorção no intestino delgado e sofrem fermentação completa ou parcial no intestino grosso de humanos.

Não se esqueça: ao aumentar seu consumo de fibras, beber quantidade adequada de água é fundamental.


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Os probióticos são bactérias benéficas que vivem no intestino e melhoram a saúde geral do organismo, trazendo benefícios como facilitar a digestão e a absorção de nutrientes, e fortalecer o sistema imunológico. Quando a flora intestinal está em desequilíbrio, o que acontece após o uso de antibióticos ou quando não se tem uma alimentação saudável e equilibrada, o intestino acaba sendo povoado por bactérias ruins, que não ajudam o sistema imunológico e deixam o organismo susceptível a doenças.


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Envelhecimento da pele e as marcas de expressão são um pesadelo para muitas pessoas. Rugas, manchas, poros dilatados, sulcos e flacidez, todos nós tentamos evitar.

Além do desgaste natural da idade, o estresse, a ansiedade, estilo de vida, baixa hormonal na menopausa, sol, cigarro, bebida alcoólica são fatores que também contribuem para o envelhecimento da nossa pele.


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O ômega 3 é uma gordura saudável e um dos nutrientes mais estudados. Representa uma família de ácidos graxos essenciais (ácidos gordurosos) que não podem ser fabricados no nosso organismo, sendo que eles se dividem em três tipos: ácido alfa-linolênico (ALA), ácido eicosapentaenoico (EPA) e o ácido docosahexaenoico (DHA). O Ômega 3 é um grupo de ácidos graxos poli-insaturados, que são o tipo mais saudável de gordura.


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Psyllium é originário do arbusto Plantago ovata. Possui alto teor de fibra solúvel e mucilagem. Essa fibra aumenta muito de volume quando em contato com líquidos, se expande e forma massa gelatinosa no intestino. Por isso, esse gel volumoso ajuda a limpar a parede intestinal, transporta toxinas e resíduos através do cólon e tem um excelente efeito laxante. Não causa diarreia ou dor abdominal. A fibra também reduz o apetite, melhora a digestão e desintoxica o corpo. Tem poucos nutrientes, contendo pequena quantidade de cálcio e ferro. Não possui gordura e proteína.