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Conheça o nosso blog, que conta com dicas de como manter uma vida saudável a partir de uma alimentação equilibrada, exercícios físicos e prevenção de doenças por meio de tratamento personalizado. Confira os artigos publicados e siga as dicas da Grindélia!
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Já ouviu falar sobre Glisodin e a teoria radical do envelhecimento? O oxigênio, composto essencial a vida, quando “consumido” pelas células, gera metabólitos reduzidos que são as espécies reativas de oxigênio, denominados radicais livres.

Esses radicais são potencialmente tóxicos para o organismo, pois podem induzir mutações no DNA, resultando na alteração da mensagem genética, degradar açúcares, oxidar as proteínas, ex: HDL, LDL e iniciar o processo de peroxidação lipídica.

Os danos oxidativos decorrentes desses radicais livres são a maior causa da senescência celular do envelhecimento.

A célula pode continuar funcionando apesar da formação desses radicais, pois há um equilíbrio entre a produção destes e o sistema de defesa antioxidante enzimático e não enzimático que regulam a sua produção. Se o seu excesso é controlado, sua presença acaba sendo essencial para estimular os mecanismos de reparo celular e homeostase.

Uma alimentação saudável e equilibrada (legumes, frutas, peixes, azeite de oliva) deve, teoricamente, ser suficiente para ofertar ao nosso organismo os antioxidantes necessários para minimizar o efeito prejudicial dos radicais livres. No entanto, nossa rotina de vida nos confronta com a poluição, exposição prolongada à radiação UV, estresse, consumo de álcool e medicamentos e o tabaco, por exemplo, são situações que geram uma quantidade excessiva de radicais livres.

Quando esta produção excede a capacidade do sistema de defesa antioxidante do organismo ou o sistema biológico está debilitado, essa quebra no equilíbrio corresponde ao estado de estresse oxidante ou estresse oxidativo. Um grande número de doenças inflamatórias agudas e crônicas, doenças cardiovasculares, diabetes do tipo II e doenças neurodegenerativas, estão relacionadas a esse processo.

Neste contexto temos o Glisodin que estimula a produção de enzimas antioxidantes e auxilia o corpo a combater o estresse oxidativo e suas consequências. É a primeira forma patenteada de SOD (superoxido dismutase), que está naturalmente presente nos seres vivos sendo diretamente relacionada com a longevidade. A SOD também é conhecida, devido aos seus inúmeros benefícios, como “enzima da vida”. Glisodin é obtido pela combinação de um extrato de melão naturalmente rico em SOD e uma proteína de trigo, a gliadina, que preserva a atividade antioxidante da SOD, permitindo que ela atue com eficácia no organismo, administrada por via oral.

Glisodin fornece ação preventiva contra o estresse oxidativo, reduzindo suas consequências na degradação do DNA e na oxidação das membranas celulares.

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Com indicações de 250 a 500mg até 2x ao dia, pode ser indicado para manutenção da saúde geral, diminuindo os malefícios dos fenômenos da inflamação, modulando o sistema imunológico; como períodos de cansaço físico, estresse físico e mental, para pacientes imunodeprimidos.

Também como clareador da pele na prevenção de hiperpigmentação, falta de uniformidade da coloração cutânea e recuperação de sua coloração normal.

E como anti-aging, em inflamações relacionadas ao envelhecimento, hidratando a pele e restaurando o brilho saudável e natural; atuando em sinergia e como adjuvante também com outros tratamentos. Todos estes resultados são baseados em estudos clínicos e evidências científicas.

Para maiores e mais detalhadas informações, entre em contato com nossos atendentes e nossa equipe de farmacêuticos.

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Sarcopenia é a perda de massa muscular, um acontecimento comum após os 50 anos de idade, período que há maior redução da quantidade e tamanho das fibras que formam os músculos, redução da atividade física, e principalmente devido à redução de hormônios como estrogênio e testosterona.

Os principais sintomas desta situação incluem perda da força, do equilíbrio e do desempenho físico para realizar atividades, como caminhar, subir escadas ou se levantar da cama.

Para recuperar os músculos, é importante evitar o sedentarismo e praticar exercícios físicos, com treinos de força e aeróbicos, além de uma alimentação adequada, rica em proteínas e nutrientes, de preferência presentes em carnes magras, derivados de leite e vegetais, como soja, lentilha e quinoa.

A falta de massa magra provoca inúmeras dificuldades na vida do idoso, que surgem aos poucos, como desequilíbrio, dificuldade para caminhar e para atividades como fazer compras, arrumar a casa, ou, até atividades básicas como tomar banho e se levantar da cama.

À medida que a massa muscular atrofia, o idoso tem maior risco de quedas, e começa a apresentar a necessidade de andar com o apoio de alguém, uma bengala ou de cadeira de rodas, além de ter mais dores pelo corpo, provocadas não só pelo desgaste dos ossos e articulações, mas também pela falta de músculos para ajudar na estabilização das juntas do corpo.

Como evitar a perda de massa muscular:

A atrofia e destruição das células musculares é um processo natural, que acontece em todas as pessoas a partir dos 30 anos que sejam sedentárias, e se nada for feito para evitar, a tendência é se tornar um idoso frágil, com dificuldades para tarefas diárias e com maior tendência a ter dores pelo corpo.

Para evitar a sarcopenia, é muito importante adotar hábitos, como:

  • Praticar atividades físicas, tanto de força muscular e resistência, como musculação e pilates, por exemplo, quanto aeróbico, com caminhadas e corridas, para melhorar a circulação sanguínea e o desempenho do corpo.
  • Ter uma alimentação rica em proteínas, presente em carnes, ovos e derivados do leite, para estimular o crescimento muscular, além de carboidratos, gorduras e calorias para dar energia, nas quantidades corretas, de preferência orientadas pelo nutricionista.
  • Evitar o fumo, pois o cigarro, além de alterar o apetite, compromete a circulação sanguínea e intoxica as células do corpo;
  • Beber cerca de 2 litros de água por dia, mantendo-se hidratado para melhorar a circulação, o ritmo intestinal, o paladar e a saúde das células;
  • Evitar bebidas alcoólicas em excesso, pois este hábito, além de contribuir para a desidratação, prejudica o funcionamento de importantes órgãos do corpo, como fígado, cérebro e coração.

Também é muito importante manter o acompanhamento com o clínico geral ou geriatra, para que exames de rotina e check-ups sejam feitos para identificar e tratar possíveis doenças que podem piorar a perda de massa magra, como diabetes, hipotireoidismo, doenças do estômago, intestino e relacionadas à imunidade, por exemplo.

Para as pessoas que já tem uma perda de massa muscular e nesse contexto entram tanto idosos, como jovens e adultos que vem apresentando sinais de sarcopenia, devido a hábitos de vida, condições adversas como pós cirurgias, pós internações, pós doenças que levam a esse tipo de condição corporal com perda significativa de musculatura (um exemplo foi a condição clássica observada nos pacientes recuperados de covid), temos como uma opção e aliada de tratamento, um ativo farmacêutico que vem alcançando resultados importantes e significativos.

AMINO MP9 :

Amino MP9® contém os 9 aminoácidos essenciais que são indispensáveis para a síntese proteica muscular, é composto por L-Leucine, l-Lysine Acetate , L-Valine, L-Isoleucine, L-Threonine, L-Phenylalanine, L-Methionine, L-Histidine, L-Tryptophan.

Com base em evidências científicas foi possível verificar que somente 1,5 g de Amino MP9® estimulam a síntese proteica equivalente a 40 g de Whey Protein.

Alguns aminoácidos podem ser sintetizados no corpo humano a partir de outras moléculas, porém dentro desse grupo, 9 aminoácidos essenciais não podem ser sintetizados e, portanto, devem ser ingeridos através de suplementação: Leucina, L-Lisina, L-Valina, L-Isoleucina, L-Treonina, L-Fenilalanina, L-Metionina, L-Histidina, L-Triptofano.

Dentre os benefícios proporcionados por este insumo, destacamos:

-Origem não-animal.

-Estímulo da síntese proteica muscular.

-Recuperação muscular mais rápida.

-Diminuição da degradação muscular.

-Aumenta o metabolismo basal.

-Aumenta e mantem a massa muscular magra.

-5,9 kcal por grama.

-Não contém aditivos, conservantes, excipientes, carboidratos ou gorduras.

Importante também salientar que a dose usual para o tratamento de sarcopenia é de 1,5g. E este suplemento, por estimular a síntese proteica muscular também pode ser utilizado para hipertrofia (3 g) e aumento da síntese proteica muscular em atletas (6 g).

Para maiores informações, procurar nossa equipe de atendimento e farmacêuticos.

Você conhece os múltiplos benefícios da Vitamina C para a pele?


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Enzimas digestivas são proteínas de ocorrência natural que atuam acelerando as inúmeras reações bioquímicas no trato gastrointestinal (TGI). Essas enzimas ajudam a quebrar os alimentos ingeridos, criando os nutrientes de que o corpo necessita.

As enzimas digestivas promovem uma digestão ideal, de modo que aproveitamos o máximo os nutrientes que ingerimos. E, ao estimular uma digestão saudável, as refeições ficam mais confortáveis.

Diversos fatores podem interferir com a produção de enzimas digestivas e afetar nossa digestão, incluindo a falta de mastigação, distração e estresse durante as refeições, uso de certos medicamentos, declínio da produção endógena com o envelhecimento, fisiopatologias e o consumo de alimentos altamente processados.

Em resumo essas são as razões pelas quais deveríamos fazer uso das enzimas digestivas

  • Decompõem macronutrientes dietéticos, otimizando a nutrição
  • Ajuda na digestão de alimentos que contêm gorduras, proteínas e/ou carboidratos.
  • Alivia o desconforto digestivo após grandes refeições.
  • Auxilia na digestão de lactose em casos de intolerância a lactose.

 

ALFA-AMILASE

Alfa-amilase é a enzima que catalisa a quebra de carboidratos, como o amido, em cadeias menores, os dissacarídeos, e posteriormente, no monossacarídeo glicose, mais facilmente digerido e absorvido.

 

ALFA GALACTOSIDASE

A alfa galactosidase é uma enzima necessária para a digestão de alimentos ricos em amido, como feijão, brócolis, couve de Bruxelas e repolho, dentre outros. Auxilia na digestão de carboidratos complexos, como a amido, e reduzindo a formação de gases e flatulência.

 

BROMELINA

(Fonte: Ananas comosus)

A bromelina é complexo enzimático proteolítico encontrado nas diferentes partes das plantas da família Bromeliaceae, da qual Ananas comosus L., o abacaxi, é a fonte mais conhecida. Através da sua ação enzimática, auxilia no processo digestão de proteínas.

 

LACTASE

A lactase ou beta galactosidase é uma enzima que digere a lactose – o principal carboidrato presente no leite e derivados – em glicose e galactose no trato gastrointestinal. Indivíduos com insuficiência na produção dessa enzima apresentam manifestações relacionadas à intolerância à lactose, como dor abdominal, inchaço, diarreia e flatulências, quando consomem leite e/ou seus derivados.

 

LIPASE

A lipase é uma enzima essencial para a digestão de gordura, atuando em conjunto com os efeitos de emulsificação dos sais biliares liberados pela vesícula biliar. Quando há insuficiência na produção da lipase, o metabolismo de lipídios pode estar comprometido e se manifestar em indigestão e esteatorreia. Assim, a suplementação de lipase reduz os sintomas como desconforto gástrico e gases após refeições ricas em gordura.

 

PANCREATINA

A pancreatina é um complexo enzimático produzido no pâncreas de mamíferos, contendo principalmente amilase, lipase e protease, que por sua vez atuam na digestão de amido, gordura e proteínas. É utilizada em condições nas quais há insuficiência enzimática pancreática, comprometendo a digestão.

 

PAPAÍNA

A papaína é uma enzima com ação proteolítica e anti-inflamatória, obtida do mamão (Carica papaya). Auxilia no processo digestivo promovendo a dissociação de proteínas em moléculas mais simples passíveis de serem absorvidas.

 

PEPSINA

A pepsina é uma enzima envolvida na digestão de proteínas, hidrolisando as ligações protéicas em cadeias menores de aminoácidos, promovendo a absorção e o aproveitamento destes nutrientes pelo organismo.

 

PROTEASE

As proteases são enzimas que quebram as ligações peptídicas das proteínas, formando os peptídeos e aminoácidos, mais prontamente biodisponíveis ao organismo.

Ciclo circadiano: o nosso relógio biológico


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Celulite é o nome popular da lipodistrofia ginoide, que é o depósito de gordura sob a pele, caracterizado pelo aspecto ondulado da epiderme, tipo “casca de laranja”, em algumas áreas do corpo. A celulite pode causar incômodo em cerca de 95% das mulheres, sendo muito comum. Trata-se de uma condição causada por alterações no tecido gorduroso sob a pele, em conjunto com alterações na microcirculação e consequente aumento do tecido fibroso. Como as mulheres têm mais tendência em acumular células de gordura, são mais predispostas à celulite que os homens.

Afeta cerca de 95% das mulheres após a puberdade, de todas as etnias, embora seja mais comum entre as mulheres de pele branca. Raramente é observada em homens, mas pode ocorrer quando houver algum desequilíbrio hormonal. Não é considerada uma doença, contudo, é uma preocupação estética importante para um grande número de mulheres. A celulite tende a ocorrer nas áreas onde a gordura está sob a influência do estrógeno (hormônio feminino), como nos quadris, coxas e nádegas; também pode ser observada nas mamas, parte inferior do abdome, braços e nuca. A obesidade não é condição necessária para a sua existência, pois há mulheres magras com celulite.

As causas mais comuns da celulite são:

  • Idade: (quanto mais avançada, maior o risco).
  • Histórico familiar
  • Cigarro
  • Excesso de peso
  • Sedentarismo
  • Dieta rica em sal, gorduras e carboidratos
  • Pouca ingestão de líquidos
  • Estresse

A celulite pode ser dividida em quatro graus:

  • Grau 1: sem ondulações ou irregularidades. Ao comprimir a pele, surgem pequenas ondulações e “furinhos”.
  • Grau 2: ondulações e “furinhos” já são percebidos sem comprimir a pele.
  • Grau 3: nódulos claramente perceptíveis.
  • Grau 4: vários nódulos, celulite “dura”. Há inchaço, comprometimento da circulação de retorno e pele com aspecto acolchoado.


Tratamentos para celulite

Para tratar a celulite, é preciso saber em que grau e quantidade ela se encontra e também considerar fatores como idade, peso, etc. Uma dieta balanceada, a prática regular de exercícios físicos, parar de fumar e a ingestão diária de líquidos ajudam a prevenir o problema. Dentre os métodos utilizados para o tratamento da celulite estão:

Tecnologias: aparelhos de ultrassom, radiofrequência, raio infravermelho, laser, endermologia e equipamentos de sucção mecânica ajudam na drenagem linfática, aumento de circulação sanguínea, destruição de gordura e estimulação da produção de colágeno (responsável pela sustentação da pele).

Intradermoterapia: injeção de medicamentos na derme, a camada intermediária da pele.

Subcisão: procedimento realizado com uma agulha bisturizada, que corta os septos fibrosos causadores dos “furinhos” da celulite.

Cremes anti-celulite: a maioria dos cremes contra celulite não funciona, e mesmo os que apresentam algum efeito, o fazem de modo discreto. Os cremes que apresentam alguma comprovação de resultados são os que contém retinoides ou metilxantinas. Sozinhos, porém, quase não trazem benefícios.

Drenagem linfática: é ótima técnica, pois consegue eliminar o líquido em excesso e as toxinas, deixando a pele mais uniforme. A técnica consiste em toques leves, com pouca pressão e rítmicos na pele, movimentando a linfa (excesso de líquido) para os linfonodos (gânglios linfáticos), onde, a partir daí, será filtrada e encaminhada para a corrente sanguínea. Esta técnica pode ser realizada de 2 a 3 vezes por semana em casos mais graves.

Tratamento via oral com cápsulas manipuladas: agora, vamos falar um pouco sobre o DIMPLESS®, ativo para farmácia de manipulação com alta concentração de superóxido desmutase (SOD), um dos mais poderosos antioxidantes e com função específica na celulite. Um estudo clínico randomizado, duplo-cego, foi realizado com 41 mulheres para avaliar a eficácia de 40 mg DIMPLESS® na redução da celulite, com duração de 56 dias em comparação com o placebo. A suplementação reduziu a celulite em 9,5% após 28 dias e 11,3% após 56 dias, sem a prática de exercício físico e dieta adequada. Além disso, outro estudo realizado em adipócitos humanos in vitro, mostrou que DIMPLESS® é capaz de agir diretamente nas células do tecido adiposo, resultando em aumento da lipólise e diminuição do diâmetro dos adipócitos, que são as células de gordura. É um ativo oral com evidências clínicas no tratamento da celulite.

DIMPLESS® é um produto natural que colabora na melhora do aspecto da celulite com apenas 40 mg ao dia, reduzindo os nódulos de gordura em mulheres com celulite após 28 dias de uso. Além disso, ajuda na prevenção e redução da fibrose, contribui para a ação anti-inflamatória, reduz o acúmulo de gordura e favorece a reconstrução da matriz extracelular.

Fale com seu médico para mais informações e procure a sua farmácia de manipulação de confiança. Você pode associar alguns tratamentos e obter melhora da celulite.

Dicas simples para ter uma vida mais saudável. Confira! 

 


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Quando o assunto é beleza e saúde , muitos clientes vem até a farmácia em busca de suplementos de colágeno. A proteína é famosa pelos benefícios para a pele, proporcionando firmeza e elasticidade. Entretanto, a variedade de tipos de colágeno é expressiva e podem atuar em diferentes partes do corpo.

O que é colágeno?

O colágeno é uma proteína abundante no nosso corpo. É uma estrutura tridimensional formada por múltiplas triplas hélices. Essas triplas hélices são compostas de várias sequências de três aminoácidos. Com as matérias-primas necessárias, o colágeno é sintetizado naturalmente pelo organismo. Para isso, além dos aminoácidos, é preciso vitamina C, vitamina A, zinco e cobre, entre outros nutrientes.

Quais são os diferentes tipos de colágeno?

A família do colágeno representa cerca de 35% do total de proteínas em nosso corpo. Na pele, essas proteínas são formadas principalmente por colágeno tipo I (85%) e III (15%). Porém, há 28 tipos de colágeno. Confira abaixo os quatro tipos mais conhecidos.

Colágeno tipo I

É o mais abundante e é encontrado na pele, tendões, ossos e dentes. Apresenta-se sob a forma de fibras grossas, sendo o mais resistente a tensões.

Colágeno tipo II

É encontrado nas cartilagens. Associa-se a outras células da matriz extracelular, ligando-se fortemente à água, por exemplo. Ele funciona como uma esponja, cedendo água quando pressionado e voltando à forma primitiva quando a pressão cessa. Funciona como uma espécie de mola, que permite ao joelho, por exemplo, aguentar o peso do corpo.

Colágeno tipo III

É comumente encontrado nas artérias, no músculo dos intestinos e do útero e em órgãos como o fígado, o baço e os rins. As fibras deste tipo de colágeno apresentam certa elasticidade, e por isto são sempre encontradas em órgãos de forma variável.

Colágeno tipo IV

É formado por moléculas de colágeno que não se associam em fibrilas. Elas se prendem umas nas outras pelas extremidades e formam uma rede semelhante a uma tela de arame. Ao se associar a moléculas não fibrosas da matriz extracelular, formam uma membrana que age como um filtro.

Onde o colágeno é encontrado na alimentação?

O colágeno é encontrado nos tecidos conjuntivos dos alimentos de origem animal. Por exemplo, é encontrado em grandes quantidades na pele bovina, suína, de frango e de peixes, e também no caldo de ossos feito a partir desses animais.

Outros alimentos de origem animal que são ricos em proteína com aminoácidos que formam o colágeno são clara de ovos e derivados do leite de vaca. Durante a digestão, estas proteínas são decompostas, e seus componentes (aminoácidos, vitaminas e minerais) são absorvidos pelo nosso organismo. A partir desses ingredientes, o organismo produz o tipo de colágeno de que está precisando.

Suplementação com colágeno funciona?

Você já deve ter percebido que alguns suplementos trazem a descrição de colágeno hidrolisado na embalagem, assim como peptídeos de colágeno na composição, e até mesmo precursores de colágeno. Saber a diferença desses conceitos é importante para responder o questionamento se colágeno funciona. Acompanhe.

Suplemento de colágeno hidrolisado

Historicamente, sempre houve dificuldade em suplementar o colágeno por via oral. Pesquisas mostravam que a efetiva absorção desta proteína era mínima, não ajudando a repor a substância na pele. Mas a suplementação também vem evoluindo. Com o processo de hidrólise – quebra do colágeno – em cadeias menores, conseguiu-se uma melhoria na absorção, e o colágeno hidrolisado apresentou resultados, mas ainda abaixo do esperado.

Peptídeos de colágeno

Posteriormente, descobriu-se que a adição controlada de enzimas era capaz de quebrar as cadeias do colágeno já hidrolisado em partículas ainda menores, chamadas peptídeos, facilitando ainda mais sua absorção pelo organismo. Esta melhoria foi percebida em pesquisas, que apontam mais de 90% de absorção dos peptídeos de colágeno no período de 6 horas após a ingestão, o que possibilita, para o nosso corpo, a disponibilidade dos aminoácidos.

Suplemento com os precursores do colágeno

Os precursores de colágeno surgiram principalmente para atender a necessidade do público vegano pela suplementação. Com produtos formulados com aminoácidos, vitaminas e minerais, o corpo tem as matérias-primas necessárias para criar o colágeno naturalmente de que necessita. Mais uma alternativa para estimular a produção da proteína no corpo.

Além disso, um suplemento pró-colágeno pode conter outros ingredientes importantes para a saúde dos tecidos. Entre eles, estão o ácido hialurônico (sustentação, preenchimento e hidratação), os carotenoides (antioxidante, anti-inflamatório e estimulante da produção de melanina), o chá-verde (antioxidante) e o ácido ortosilícico (formação estrutural da pele).

Por que suplementar?

Se o nosso corpo é capaz de produzir colágeno naturalmente, por que devemos suplementar com a proteína de origem animal ou com seus precursores e cofatores? Essa necessidade se dá por alguns motivos específicos. Confira alguns deles:

Benefícios do colágeno tipo I para a pele

A síntese de colágeno varia durante os diferentes estágios da vida, e a proporção entre os tipos na pele também muda conforme a idade. A pele jovem é composta, em média, de 80% tipo I e 15% tipo III. Com o passar dos anos, a capacidade de reabastecer colágeno diminui naturalmente cerca de 1,5% ao ano, e as fibras tornam-se mais espessas e curtas, resultando em perda de tipo I e desequilíbrio na proporção entre os tipos.

A densidade do colágeno e da elastina na derme também diminui. Portanto, a estrutura e elasticidade da pele tornam-se mais finas e rígidas. Além disso, ocorre a perda de ácido hialurônico, que resulta em diminuição da umidade e flexibilidade da pele. Todas essas alterações reduzem a firmeza da pele e desalinham os contornos faciais, o que resulta em linhas de expressão e sulcos agravados pela força da gravidade.

Outro fator é a redução no poder do sistema antioxidante do organismo com o passar dos anos. Isso leva ao acúmulo de compostos oxidantes dentro de nossas células. Estes compostos são os famosos radicais livres. Eles são capazes de quebrar as proteínas de colágeno, alterar o ciclo de renovação da pele, danificar o DNA e promover a liberação de citocinas inflamatórias – os principais gatilhos na geração de alterações inflamatórias da pele.

Assim, é possível identificar que os principais benefícios para a pele são:

  • auxilia a manter a estrutura e elasticidade;
  • colabora com a firmeza;
  • ajuda a evitar o desalinhamento do contorno facial;
  • diminui o aparecimento de linhas de expressão e rugas.

Benefícios do colágeno tipo II para as articulações

A cartilagem presente na extremidade dos ossos é constituída por, aproximadamente, 60% de colágeno tipo II. Por razões multifatoriais, como inflamação crônica, fraqueza muscular, envelhecimento natural, exercícios de impacto, sobrepeso ou obesidade, as articulações se desgastam. Este desgaste, conhecido como artrose, pode gerar um processo de inflamação e dor. Hoje, estima-se que cerca da metade da população com mais de 50 anos seja acometida por essa degeneração.

Estudos mostram que a suplementação com colágeno tipo II pode reduzir a secreção de enzimas que atacam as cartilagens, melhorando o quadro inflamatório. A função terapêutica mais conhecida da suplementação com colágeno tipo II é o alívio nos sintomas de dor, porém pesquisas também apontam para um potencial aumento da densidade óssea e um efeito protetor da cartilagem articular.

Desta forma, podem ser citados como principais benefícios:

  • atuação na melhoria de inflamações nas cartilagens;
  • alívio de dores de problemas nas articulações;
  • colaboração com o aumento da densidade óssea;
  • ajuda na proteção da cartilagem articular.

Como escolher um suplemento com colágeno?

Para acertar na escolha entre os tipos de colágeno, você pode selecionar conforme o benefício que pretende atingir. Veja alguns exemplos.

Para pele, unha e cabelo

Prefira suplementos que trazem peptídeos de colágeno hidrolisado. Como vimos acima, os peptídeos possuem tamanho bem menor, o que torna sua absorção superior. Um benefício maior pode ser obtido com um suplemento que também contenha vitaminas e ingredientes que complementam a sua ação.

Para articulações

O ideal é que estes suplementos contenham colágenos dos tipos I e II. Isso porque os estudos mostram que, enquanto o tipo II atua para reduzir a inflamação das articulações e diminuir a secreção de enzimas que atacam as cartilagens, o tipo I estimula a reconstituição da cartilagem desgastada.

Com os precursores de colágeno

Um bom suplemento pró-colágeno precisa fornecer os aminoácidos precursores do colágeno com os cofatores (vitaminas e minerais) necessários para que a produção endógena de colágeno aconteça. Por isso, observe quais são os aminoácidos da fórmula e se estão presentes os cofatores para esta síntese.

Melhor horário para suplementar

Os colágenos devem ser consumidos longe de outras refeições, diluídos em água ou suco de frutas cítricas. Frutas cítricas são ricas em vitamina C, o que ajuda na absorção.

Por isso, recomenda-se a ingestão logo pela manhã em jejum, ou à noite, antes de dormir. Estudos indicam que a produção interna pode ser impulsionada pela presença de GH (hormônio do crescimento) na corrente sanguínea, e no período noturno é quando nosso corpo produz o GH em maior quantidade.

Em breve, postaremos sobre os colágenos e peptídeos de colágeno mais procurados na manipulação. Para maiores informações, procure nossa equipe de farmacêuticos.

Confira no Blog Grindélia dicas simples para ter uma vida mais saudável!


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Para vivermos plenamente bem, é preciso repensarmos sobre nossas rotinas e decisões. Nossa expectativa de vida aumenta se tivermos alguns cuidados para garantir nosso bem estar físico, mental e espiritual. Lembre-se: mente sã, corpo são e vice-versa.

Veja abaixo algumas dicas simples que farão você manter a sua saúde em dia, para aproveitar os melhores momentos ao lado de si mesmo e da sua família.

Beba água
Pode parecer um aviso simples, mas beber água é fundamental para a manutenção das funções vitais do organismo e para evitar a desidratação. Então, nada de passar horas sem beber água. O ideal é beber de 35 a 40ml por kg de peso ao dia de água.Carregue sempre a sua garrafinha, principalmente se você morar em regiões mais quentes.

Movimente-se
Expulse o sedentarismo. Se puder, usa as escadas ao invés do elevador e não fique muito tempo sentado. Se o seu trabalho exige que você fique sentado por muitas horas, programe horários para levantar e dar uma volta no ambiente em volta. Além disso, também é importante adotar o hábito de praticar atividades físicas, de acordo com suas necessidades e recomendações médicas. Alguns exemplos de atividades possíveis de serem feitas são: natação, caminhada, dança, corrida, artes marciais, etc.

Alimente-se adequadamente
O debate sobre alimentação saudável não acontece por acaso, pois é primordial para evitar complicações cardiovasculares e combater o aumento desequilibrado do peso, por exemplo. O seu prato deve ter alimentos coloridos e diversificados.

Durma bem
A qualidade do sono tem influência direta nos resultados das funções desempenhadas ao longo do dia. Uma noite incompleta de sono pode desencadear irritação, atraso de tarefas, sonolência durante o dia, além de ser o gatilho para causar obesidade, depressão, doenças cardiovasculares, diabetes e problemas de memórias.

Mantenha o bom humor e sorria
Mesmo diante de obstáculos, por mais complicados que pareçam, é importante levar a vida com leveza e ter tranquilidade para encontrarmos as soluções. Sorrir traz mais benefícios do que imaginamos. Quando você solta aquela gargalhada, os níveis de cortisol e adrenalina (hormônios do estresse) diminuem e o nosso cérebro passa a produzir endorfina, uma substância que nos deixa relaxados. Com isso, o corpo produz mais células de defesa, fortalecendo assim o sistema imunológico. Portanto, “rir pode ser o melhor remédio”, sempre. Bom humor faz bem para a saúde! 

Dialogue e estabeleça bons vínculos sociais
Uma conversa amigável e compreensiva conserva relações. Ouça, fale, entenda. Ter bons vínculos sociais é outra coisa importante para alcançarmos uma boa qualidade mental. E o primeiro passo para construir essas relações é ter um bom convívio com seus pais, irmãos e outros familiares. E é também importante contar com a ajuda dos amigos. A amizade fortalece nossas vidas.

Faça exames periódicos
É fundamental cuidar da alimentação, praticar alguma atividade física e manter o cérebro ativo, mas isso deve contar sempre com o auxílio de especialistas. Seguir todos os cuidados desta lista não elimina a importância de visitar regularmente o médico. Durante os exames, o especialista avalia fatores de risco para doenças, histórico familiar, condição física e doenças prévias. Previna-se e faça seus exames de rotina.

Reserve um tempo para você
Em meio à correria diária, os cuidados consigo mesmo também devem ser priorizados, seja para a realização de uma leitura, um passeio, cuidados com a beleza ou momentos de descanso. Ter tempo para si mesmo garante mais vigor e felicidade.

Elimine os hábitos prejudiciais
Repense os seus hábitos e analise o que precisa ser eliminado e modificado. Você está utilizando excessivamente as redes sociais? Está utilizando celular no trânsito? Deixou de visitar seus familiares? Tornou-se sedentário? É possível transformar-se positivamente a qualquer momento. Avalie em quais aspectos a sua vida precisa de mudanças e tenha mais disposição física e mental.

Viu como é simples manter uma vida mais equilibrada, saudável e feliz?

Você sabe o que é Aromaterapia? 


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Como o próprio nome indica “aroma” significa cheiro agradável e “terapia” significa tratamento que visa à cura de uma indisposição mental ou física, a AROMATERAPIA é uma prática terapêutica que se utiliza das propriedades dos óleos essenciais 100% puros para restaurar o equilíbrio e a harmonia pessoal.

Ao sentirmos o aroma desses óleos essenciais, nosso corpo responde de forma positiva, chegando a promover melhoria de algumas doenças.

Essa prática mostra que há ligações entre o olfato e os sentimentos. Ao inalarmos os aromas, nossos canais olfativos mandam mensagem diretamente para o sistema límbico, a parte do sistema nervoso que é responsável pelas emoções. Depois disso, o cérebro reage às propriedade aromáticas, modificando o humor ou o estado de espírito de alguém.

A Aromaterapia completa outras terapias, tanto as convencionais quanto as complementares (hoje chamadas de cuidados integrativos), que buscam a cura de seus pacientes.

Mas, para isso, é preciso saber qual a função de cada óleo, além de saber como o utilizar.

Como utilizar os óleos essenciais?

Os óleos essenciais são extraídos de plantas e ervas, como laranjeira, lavanda, alecrim, eucalipto, entre outras. Eles são bem concentrados, por isso precisam ser diluídos em bases neutras, como óleos vegetais, para serem utilizados em massagens, por exemplo, ou utilizar poucas gotas para quando se quer inalá-los.

Uma das formas mais utilizadas, ultimamente, é utilizar difusores de ambiente. Eles transformam os óleos em vapor fazendo com que a essência se espalhe pelo ambiente.

Outras formas de utilizar os óleos são por meio de colares difusores, banho de assento, banhos convencionais, compressas ou inalação.

A Aromaterapia pode ser utilizada todas as vezes que a pessoa sentir necessidade de buscar algum tipo de efeito terapêutico para sua vida. O ideal é lançar mão dos óleos essenciais que têm mais a ver com seu momento ou ambiente no qual se encontra. Cada um oferece uma propriedade diferente e faz sentir várias sensações.

Os óleos essenciais, além de se serem altamente concentrados, podem causar manchas se usados sobre a pele e expostos ao sol. Por isso, é preciso ter o cuidado de usá-los apenas diluídos em óleos vegetais, bases neutras ou álcool de cereais.

Se você quiser incluir os óleos essenciais na sua rotina, é importante buscar a orientação de um aromaterapeuta. Este profissional estuda os efeitos e aplicações dos óleos, podendo te dizer qual o mais indicado para você e em qual quantidade precisa ser utilizado.

A aromaterapia é um dos vários tratamentos que podem ser feitos de forma paralela com o uso de medicamentos. Se você quer começar a utilizá-la junto com o tratamento que seu médico recomendou, avise-o sobre isso. Bem como, avise seu aromaterapeuta sobre o tratamento convencional que está fazendo. Assim, os dois podem agir em conjunto para a melhora da sua saúde ou apenas na promoção do bem estar.

Existe uma diversidade de óleos essenciais. Alguns dos mais utilizados e suas principais funções são:

Gerânio: alívio de sintomas de menstruação e menopausa; auxílio em casos de depressão, perda, medo, luto; melhora a aparência da pele; estimula a circulação linfática.

Lavanda: reduz o estresse, melhora a qualidade do sono; cicatrizante e regenerador.

Alecrim: ajuda a despertar, melhora a concentração e diminui a ansiedade; auxilia no crescimento capilar; estimula a circulação.Gengibre: promove a autoconfiança, melhora a concentração, aumenta a energia; anti-inflamatório e analgésico.

Bergamota: melhora a autoconfiança e o otimismo; equilibra apetite; cicatrizante e anti-inflamatório.

Ylang Ylang: trabalha a autoestima; relaxa; melhora a libido; facilita a expressão da afetividade; alivia sintomas da menstruação e menopausa.

Laranja doce: reduz a ansiedade; ajuda a trazer mais animação a idosos melancólicos; fortalece a empatia; combate celulite e gordura localizada.

Camomila: promove a serenidade e diminui a raiva; ajuda a desprender do passado; reduz inchaços, alergias e picadas.

Manjericão: estimula a criatividade e fortalece a concentração; ajuda em processos de bronquite, dores crônicas, tosse, sinusite; trata verrugas.

Tomilho: ajuda a liberar do medo; combate o esgotamento físico e emocional; repelente de insetos; combate micoses.

Pinho: escancara suas emoções e trabalha crenças limitantes; ajuda a estar aberto para receber o amor em sua vida; combate asma, rinite, bronquite, pneumonia e resfriados.

Melaleuca: diminui manchas na pele e acne;  anti-fúngico e anti-inflamatório.

Eucalipto: auxilia na assepsia de ambientes para quem tem problemas respiratórios; expectorante, combate asma, rinite, bronquite, pneumonia e resfriados; ajuda no foco e na autoconsciência.

Aromaterapia: uma abordagem histórica. 

Depressão: uma visão geral. Leia aqui! 


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Os probióticos são bactérias benéficas que vivem no intestino e melhoram a saúde geral do organismo.

Quando a flora intestinal está em desequilíbrio (o que pode acontecer após o uso de antibióticos ou por alimentação inadequada, por exemplo), o intestino acaba sendo povoado por bactérias ruins, que não ajudam o sistema imunológico e deixam o organismo susceptível a doenças.

A atuação dos probióticos consiste em promover um aumento das bactérias “do bem” no intestino e, ao mesmo tempo, impedir o crescimento daquelas “do mal”, que podem provocar doenças. Tudo isso ocorre na microbiota (ou flora) intestinal, que é um conjunto de 100 trilhões de bactérias que habitam o nosso aparelho digestivo. Os probióticos ajudam essa população bacteriana a viver em harmonia.

Cada um de nós tem uma microbiota diferente que evolui durante a vida, podendo ser influenciada por diversos fatores, relacionados principalmente ao estilo de vida de cada um. Medicamentos, estresse e alimentação inadequada são exemplos de fatores que podem perturbar o equilíbrio de nossa microbiota.

Uma flora intestinal saudável e rica em probióticos começa a ser formada desde o nascimento, especialmente quando o bebê nasce por parto normal e quando é amamentado com exclusividade durante o início da vida.

Os benefícios dos probióticos são:

– combater e prevenir doenças intestinais, candidíase, hemorroidas, infecção urinária e câncer;

– melhorar a digestão e combater a azia;

– combater a prisão de ventre e a diarreia, regulando o trânsito intestinal;

– aumentar a absorção de nutrientes;

– fortalecer o sistema imunológico;

– impedir a proliferação de bactérias ruins no intestino;

– ajudar a digerir a lactose;

– prevenir problemas como obesidade, colesterol alto, hipertensão, alergias e intolerâncias alimentares;

– ajudar a melhorar o humor.

Por isso, consumir diariamente probióticos ajuda a manter uma microbiota saudável.

Existem duas formas principais de ingerir probióticos: a primeira é feita através do aumento do consumo de alimentos com probióticos naturais. Alguns exemplos são: iogurte natural, kefir, leite fermentado, kombucha, ​produtos orientais à base de soja, chucrute, picles e levedura natural.

E a outra forma de consumir os probióticos é através do uso de suplementos. Eles podem ser em cápsulas, líquidos ou sachês, que devem ser diluídos em água ou sucos naturais para serem consumidos. Quanto maior a diversidade de probióticos e o número de bactérias dentro de um suplemento, melhor será, pois facilitará o desenvolvimento mais rápido de uma flora intestinal saudável.

Atualmente, estão disponíveis vários tipos de probióticos para as farmácias de manipulação, podendo ser feitos suplementos concentrados. Procure a farmácia de manipulação de sua confiança para se informar melhor sobre o assunto.

Lembrando que é importante manter uma alimentação saudável rica em fibras. Elas são os principais alimentos para os probióticos, favorecendo sua sobrevivência no intestino.

Leia nosso post blog sobre a importância da saúde intestinal 

E não se esqueça de consultar médico ou nutricionista caso apresente problemas no funcionamento do intestino.

Conheça fontes veganas de probióticos 

 


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Já falamos no texto anterior, sobre a importância das fibras para funcionamento adequado do intestino. Neste texto, falaremos sobre as fibras alimentares insolúveis e seu papel para nosso intestino.

As fibras alimentares são resíduos de células vegetais que não podem ser digeridos pelo nosso sistema digestivo, pois são resistentes à ação das enzimas digestivas.

As fibras insolúveis não interagem com a água, permanecendo intacta durante todo o trato gastrointestinal. Elas não são solúveis na água e não formam gel, como as fibras solúveis, mas têm como uma de suas principais funções, o aumento do bolo fecal, o que ajuda o funcionamento do intestino, estimulando os movimentos peristálticos, fazendo com que a comida passe mais rapidamente e com maior facilidade pelo intestino.

Fibras insolúveis agem no cólon proximal diminuindo a fermentação e no cólon distal aumentando a absorção de água, reduzindo o tempo de trânsito intestinal, facilitando e agilizando a eliminação fecal. As fibras insolúveis ainda estão relacionadas com a prevenção do câncer no intestino, sendo capazes de reter substâncias tóxicas ingeridas ou produzidas no trato gastrointestinal durante o processo digestivo. Ainda, reduzem o tempo do trânsito intestinal e o tempo de contato da superfície intestinal com substâncias mutagênicas e carcinogênicas.

As fibras insolúveis estimulam o funcionamento intestinal, diminuindo as chances de constipação intestinal e suas complicações secundárias, como hemorroidas, diverticulose e outras patologias intestinais.

Em alguns casos de prisão de ventre crônica ou mesmo diarreia, pode ser necessário usar suplementos a base de fibras que irão ajudar a regular o trânsito intestinal. Esses suplementos podem ser encontrados em supermercados, farmácias e lojas de produtos nutricionais, e normalmente são apresentados na forma de cápsulas ou pós para diluir em água, chá ou sucos.

Essas fibras provocam o aumento do bolo fecal e garantem maior fluidez às fezes. Como principais fontes de fibras insolúveis, podemos citar os cereais integrais, farelo de trigo, mamão e casca de outras frutas, milho, verduras folhosas (alface, couve, rúcula, espinafre), feijão, abóbora, frutas secas. As fibras insolúveis incluem celulose, algumas hemiceluloses e lignina.

A maioria dos alimentos ricos em fibras apresenta 1/3 de fibras solúveis e 2/3 de insolúveis, fazendo com que a segunda seja mais abundante na alimentação.

Qual a quantidade diária recomendada de fibras alimentares?

As recomendações de ingestão de fibras são ainda bem variadas e a diversificação da alimentação é de suma importância para uma rotina considerada saudável.

É importante ressaltar que se deve consumir alimentos ricos nos dois tipos de fibras (solúveis e insolúveis), pois cada uma delas apresenta singularidades importantes para a manutenção do corpo humano. Uma alimentação baseada em cereais integrais, frutas, verduras e leguminosas é a ideal e deveria ser adotada por todos.

Não se esqueça de procurar ajuda de um nutricionista ou médico que possam auxiliá-los a se alimentar da melhor forma de acordo com suas individualidades.


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Reconhecido como o “segundo cérebro”, sempre é muito importante frisar a importância da saúde intestinal. O intestino faz parte do sistema digestivo e é por meio dele que ocorrem alguns dos mais importantes processos no corpo humano. Ele é responsável pela absorção da maioria dos nutrientes (função do intestino delgado) e pela absorção da maior parte de água (função do intestino grosso) no organismo. Em seu trabalho normal, os alimentos devem percorrer todo o sistema digestivo a uma velocidade metabólica ideal. Tudo para que a massa alimentar e o bolo fecal não fiquem retidos (em qualquer parte do seu trajeto) mais do que o tempo necessário. Alimentos ricos em fibras, além de hidratação adequada contribuem para a saúde do nosso intestino.

Pesquisas mostram que, por conta dos milhares de nervos, o intestino pode lançar sinais químicos e interconexões. Daí as sensações de medo ou angústia, entre outras, serem muito sentidas pelo órgão (e o que muitos entendem como dor de barriga, é o intestino “pensando” como um cérebro mesmo).

A nutrição adequada otimiza a função intestinal, ou seja, dá suporte para que o intestino execute sua função: digestão, absorção de nutrientes e excreção. Se o processo falhar em alguma etapa, sentimos os “efeitos colaterais”: maior produção de gases, distensão abdominal, desconforto, constipação ou diarreia, alterações de sono e humor, baixa na imunidade, perda de vitalidade da pele, unhas e cabelo, queda na disposição física, entre outros. As fibras têm múltiplas funções. Podem ajudar na retenção de água nas fezes, aumentar o bolo fecal e gerar uma consistência que facilite a expulsão das fezes, além de servirem como fonte de energia para os microrganismos presentes na microbiota intestinal. São diversos benefícios ao trato digestivo e à saúde como um todo.

É tarefa quase impossível falar em nutrição do intestino sem citar a microbiota intestinal. Ela é composta por bactérias que habitam naturalmente o intestino. Essas bactérias desempenham um papel metabólico, nutricional, e fisiológico. Também são fundamentais nos processos imunológicos do corpo humano, exercendo atividades metabólicas muito importantes. Elas contribuem no metabolismo, na digestão e absorção de vitaminas e fortalecem o sistema imunológico.

Por que o Intestino é considerado nosso segundo cérebro? 

Nos últimos anos, vários estudos apontam o intestino também como um importante órgão endócrino que ajuda na produção de hormônios e neurotransmissores que influenciam o funcionamento de todo o corpo, assim como a saúde mental. É por esse motivo que o intestino tem sido chamado de segundo cérebro.

As fibras alimentares apresentam grande papel na manutenção da saúde do nosso intestino. Primeiramente, elas são a parte do alimento vegetal que não é digerível, sendo assim, resistentes à digestão e à absorção intestinal. Também não são absorvidas pelo organismo. No entanto, elas trazem grandes benefícios ao organismo e se classificam em fibras solúveis e insolúveis.

Probióticos: o que são e quais são os principais benefícios para sua saúde

Resumindo: fibras alimentares são compostos de origem vegetal, correspondentes às partes comestíveis de plantas ou carboidratos análogos que, quando ingeridos, são resistentes à hidrólise, digestão e absorção no intestino delgado e sofrem fermentação completa ou parcial no intestino grosso de humanos.

Não se esqueça: ao aumentar seu consumo de fibras, beber quantidade adequada de água é fundamental.