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Conheça o nosso blog, que conta com dicas de como manter uma vida saudável a partir de uma alimentação equilibrada, exercícios físicos e prevenção de doenças por meio de tratamento personalizado. Confira os artigos publicados e siga as dicas da Grindélia!
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Uma vitamina e múltiplos benefícios para a pele. Sem dúvida, a vitamina C é uma grande aliada da nossa saúde. A Vitamina C é um dos ativos mais reconhecidos pela dermatologia, pelas suas inúmeras propriedades.

Confira abaixo os múltiplos benefícios da vitamina C para a pele:

  • Ação Antioxidante: A vitamina C evita a degradação do colágeno e do ácido hialurônico pelos radicais livres, preservando a firmeza da pele;
  • Rejuvenescedora: Participa da biossíntese do colágeno e do ácido hialurônico, resultando em uma pele com menos rugas, linhas e sulcos;
  • Clareadora: Inibe a produção de melanina, que é o pigmento responsável pelas manchas escuras da pele, exercendo um efeito clareador sobre as mesmas e evitando o surgimento de novas manchas;
  • Iluminadora: A vitamina C melhora a superfície da pele, resultando em um aumento da capacidade da pele de refletir a luz, tornando-a mais luminosa.
  • Hidratação: Devido ao estímulo da produção de ácido hialurônico, a vitamina C aumenta a capacidade de retenção de água na pele, tornando-a mais hidratada e macia;
  • Fotoproteção: Possui ação protetora do DNA das células cutâneas, expostas à radiação UV, evitando reações fototóxicas.

São muitos os benefícios da vitamina C. Por isso, ela apresenta diferentes formas cosméticas para manipulação, como as Nanopartículas de vit. C, que são muito estáveis, não provocam irritação e penetram mais na pele; vitamina C ligada ao silício orgânico, entre outras.

A Farmácia Grindélia disponibiliza todos esses ativos para manipulação, além de produtos industrializados como o Super Sérum C+C ( uso diurno) e o Super Cream C+C (uso noturno) da linha Belvittà.

Produtos contendo vitamina C são uma ótima opção para uso durante o verão, pois garantem múltiplos benefícios para a pele. Além disso, são seguros e podem ser utilizados mesmo por gestantes. Converse com seu dermatologista ou com um dos nossos profissionais farmacêuticos, para verificar qual o melhor produto para você.

 

Já conhece o Restaurante Grindélia? Experimente um almoço feito para sua saúde e preparado com muito carinho!


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Enzimas digestivas são proteínas de ocorrência natural que atuam acelerando as inúmeras reações bioquímicas no trato gastrointestinal (TGI). Essas enzimas ajudam a quebrar os alimentos ingeridos, criando os nutrientes de que o corpo necessita.

As enzimas digestivas promovem uma digestão ideal, de modo que aproveitamos o máximo os nutrientes que ingerimos. E, ao estimular uma digestão saudável, as refeições ficam mais confortáveis.

Diversos fatores podem interferir com a produção de enzimas digestivas e afetar nossa digestão, incluindo a falta de mastigação, distração e estresse durante as refeições, uso de certos medicamentos, declínio da produção endógena com o envelhecimento, fisiopatologias e o consumo de alimentos altamente processados.

Em resumo essas são as razões pelas quais deveríamos fazer uso das enzimas digestivas

  • Decompõem macronutrientes dietéticos, otimizando a nutrição
  • Ajuda na digestão de alimentos que contêm gorduras, proteínas e/ou carboidratos.
  • Alivia o desconforto digestivo após grandes refeições.
  • Auxilia na digestão de lactose em casos de intolerância a lactose.

 

ALFA-AMILASE

Alfa-amilase é a enzima que catalisa a quebra de carboidratos, como o amido, em cadeias menores, os dissacarídeos, e posteriormente, no monossacarídeo glicose, mais facilmente digerido e absorvido.

 

ALFA GALACTOSIDASE

A alfa galactosidase é uma enzima necessária para a digestão de alimentos ricos em amido, como feijão, brócolis, couve de Bruxelas e repolho, dentre outros. Auxilia na digestão de carboidratos complexos, como a amido, e reduzindo a formação de gases e flatulência.

 

BROMELINA

(Fonte: Ananas comosus)

A bromelina é complexo enzimático proteolítico encontrado nas diferentes partes das plantas da família Bromeliaceae, da qual Ananas comosus L., o abacaxi, é a fonte mais conhecida. Através da sua ação enzimática, auxilia no processo digestão de proteínas.

 

LACTASE

A lactase ou beta galactosidase é uma enzima que digere a lactose – o principal carboidrato presente no leite e derivados – em glicose e galactose no trato gastrointestinal. Indivíduos com insuficiência na produção dessa enzima apresentam manifestações relacionadas à intolerância à lactose, como dor abdominal, inchaço, diarreia e flatulências, quando consomem leite e/ou seus derivados.

 

LIPASE

A lipase é uma enzima essencial para a digestão de gordura, atuando em conjunto com os efeitos de emulsificação dos sais biliares liberados pela vesícula biliar. Quando há insuficiência na produção da lipase, o metabolismo de lipídios pode estar comprometido e se manifestar em indigestão e esteatorreia. Assim, a suplementação de lipase reduz os sintomas como desconforto gástrico e gases após refeições ricas em gordura.

 

PANCREATINA

A pancreatina é um complexo enzimático produzido no pâncreas de mamíferos, contendo principalmente amilase, lipase e protease, que por sua vez atuam na digestão de amido, gordura e proteínas. É utilizada em condições nas quais há insuficiência enzimática pancreática, comprometendo a digestão.

 

PAPAÍNA

A papaína é uma enzima com ação proteolítica e anti-inflamatória, obtida do mamão (Carica papaya). Auxilia no processo digestivo promovendo a dissociação de proteínas em moléculas mais simples passíveis de serem absorvidas.

 

PEPSINA

A pepsina é uma enzima envolvida na digestão de proteínas, hidrolisando as ligações protéicas em cadeias menores de aminoácidos, promovendo a absorção e o aproveitamento destes nutrientes pelo organismo.

 

PROTEASE

As proteases são enzimas que quebram as ligações peptídicas das proteínas, formando os peptídeos e aminoácidos, mais prontamente biodisponíveis ao organismo.

Ciclo circadiano: o nosso relógio biológico


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Quando o assunto é beleza e saúde , muitos clientes vem até a farmácia em busca de suplementos de colágeno. A proteína é famosa pelos benefícios para a pele, proporcionando firmeza e elasticidade. Entretanto, a variedade de tipos de colágeno é expressiva e podem atuar em diferentes partes do corpo.

O que é colágeno?

O colágeno é uma proteína abundante no nosso corpo. É uma estrutura tridimensional formada por múltiplas triplas hélices. Essas triplas hélices são compostas de várias sequências de três aminoácidos. Com as matérias-primas necessárias, o colágeno é sintetizado naturalmente pelo organismo. Para isso, além dos aminoácidos, é preciso vitamina C, vitamina A, zinco e cobre, entre outros nutrientes.

Quais são os diferentes tipos de colágeno?

A família do colágeno representa cerca de 35% do total de proteínas em nosso corpo. Na pele, essas proteínas são formadas principalmente por colágeno tipo I (85%) e III (15%). Porém, há 28 tipos de colágeno. Confira abaixo os quatro tipos mais conhecidos.

Colágeno tipo I

É o mais abundante e é encontrado na pele, tendões, ossos e dentes. Apresenta-se sob a forma de fibras grossas, sendo o mais resistente a tensões.

Colágeno tipo II

É encontrado nas cartilagens. Associa-se a outras células da matriz extracelular, ligando-se fortemente à água, por exemplo. Ele funciona como uma esponja, cedendo água quando pressionado e voltando à forma primitiva quando a pressão cessa. Funciona como uma espécie de mola, que permite ao joelho, por exemplo, aguentar o peso do corpo.

Colágeno tipo III

É comumente encontrado nas artérias, no músculo dos intestinos e do útero e em órgãos como o fígado, o baço e os rins. As fibras deste tipo de colágeno apresentam certa elasticidade, e por isto são sempre encontradas em órgãos de forma variável.

Colágeno tipo IV

É formado por moléculas de colágeno que não se associam em fibrilas. Elas se prendem umas nas outras pelas extremidades e formam uma rede semelhante a uma tela de arame. Ao se associar a moléculas não fibrosas da matriz extracelular, formam uma membrana que age como um filtro.

Onde o colágeno é encontrado na alimentação?

O colágeno é encontrado nos tecidos conjuntivos dos alimentos de origem animal. Por exemplo, é encontrado em grandes quantidades na pele bovina, suína, de frango e de peixes, e também no caldo de ossos feito a partir desses animais.

Outros alimentos de origem animal que são ricos em proteína com aminoácidos que formam o colágeno são clara de ovos e derivados do leite de vaca. Durante a digestão, estas proteínas são decompostas, e seus componentes (aminoácidos, vitaminas e minerais) são absorvidos pelo nosso organismo. A partir desses ingredientes, o organismo produz o tipo de colágeno de que está precisando.

Suplementação com colágeno funciona?

Você já deve ter percebido que alguns suplementos trazem a descrição de colágeno hidrolisado na embalagem, assim como peptídeos de colágeno na composição, e até mesmo precursores de colágeno. Saber a diferença desses conceitos é importante para responder o questionamento se colágeno funciona. Acompanhe.

Suplemento de colágeno hidrolisado

Historicamente, sempre houve dificuldade em suplementar o colágeno por via oral. Pesquisas mostravam que a efetiva absorção desta proteína era mínima, não ajudando a repor a substância na pele. Mas a suplementação também vem evoluindo. Com o processo de hidrólise – quebra do colágeno – em cadeias menores, conseguiu-se uma melhoria na absorção, e o colágeno hidrolisado apresentou resultados, mas ainda abaixo do esperado.

Peptídeos de colágeno

Posteriormente, descobriu-se que a adição controlada de enzimas era capaz de quebrar as cadeias do colágeno já hidrolisado em partículas ainda menores, chamadas peptídeos, facilitando ainda mais sua absorção pelo organismo. Esta melhoria foi percebida em pesquisas, que apontam mais de 90% de absorção dos peptídeos de colágeno no período de 6 horas após a ingestão, o que possibilita, para o nosso corpo, a disponibilidade dos aminoácidos.

Suplemento com os precursores do colágeno

Os precursores de colágeno surgiram principalmente para atender a necessidade do público vegano pela suplementação. Com produtos formulados com aminoácidos, vitaminas e minerais, o corpo tem as matérias-primas necessárias para criar o colágeno naturalmente de que necessita. Mais uma alternativa para estimular a produção da proteína no corpo.

Além disso, um suplemento pró-colágeno pode conter outros ingredientes importantes para a saúde dos tecidos. Entre eles, estão o ácido hialurônico (sustentação, preenchimento e hidratação), os carotenoides (antioxidante, anti-inflamatório e estimulante da produção de melanina), o chá-verde (antioxidante) e o ácido ortosilícico (formação estrutural da pele).

Por que suplementar?

Se o nosso corpo é capaz de produzir colágeno naturalmente, por que devemos suplementar com a proteína de origem animal ou com seus precursores e cofatores? Essa necessidade se dá por alguns motivos específicos. Confira alguns deles:

Benefícios do colágeno tipo I para a pele

A síntese de colágeno varia durante os diferentes estágios da vida, e a proporção entre os tipos na pele também muda conforme a idade. A pele jovem é composta, em média, de 80% tipo I e 15% tipo III. Com o passar dos anos, a capacidade de reabastecer colágeno diminui naturalmente cerca de 1,5% ao ano, e as fibras tornam-se mais espessas e curtas, resultando em perda de tipo I e desequilíbrio na proporção entre os tipos.

A densidade do colágeno e da elastina na derme também diminui. Portanto, a estrutura e elasticidade da pele tornam-se mais finas e rígidas. Além disso, ocorre a perda de ácido hialurônico, que resulta em diminuição da umidade e flexibilidade da pele. Todas essas alterações reduzem a firmeza da pele e desalinham os contornos faciais, o que resulta em linhas de expressão e sulcos agravados pela força da gravidade.

Outro fator é a redução no poder do sistema antioxidante do organismo com o passar dos anos. Isso leva ao acúmulo de compostos oxidantes dentro de nossas células. Estes compostos são os famosos radicais livres. Eles são capazes de quebrar as proteínas de colágeno, alterar o ciclo de renovação da pele, danificar o DNA e promover a liberação de citocinas inflamatórias – os principais gatilhos na geração de alterações inflamatórias da pele.

Assim, é possível identificar que os principais benefícios para a pele são:

  • auxilia a manter a estrutura e elasticidade;
  • colabora com a firmeza;
  • ajuda a evitar o desalinhamento do contorno facial;
  • diminui o aparecimento de linhas de expressão e rugas.

Benefícios do colágeno tipo II para as articulações

A cartilagem presente na extremidade dos ossos é constituída por, aproximadamente, 60% de colágeno tipo II. Por razões multifatoriais, como inflamação crônica, fraqueza muscular, envelhecimento natural, exercícios de impacto, sobrepeso ou obesidade, as articulações se desgastam. Este desgaste, conhecido como artrose, pode gerar um processo de inflamação e dor. Hoje, estima-se que cerca da metade da população com mais de 50 anos seja acometida por essa degeneração.

Estudos mostram que a suplementação com colágeno tipo II pode reduzir a secreção de enzimas que atacam as cartilagens, melhorando o quadro inflamatório. A função terapêutica mais conhecida da suplementação com colágeno tipo II é o alívio nos sintomas de dor, porém pesquisas também apontam para um potencial aumento da densidade óssea e um efeito protetor da cartilagem articular.

Desta forma, podem ser citados como principais benefícios:

  • atuação na melhoria de inflamações nas cartilagens;
  • alívio de dores de problemas nas articulações;
  • colaboração com o aumento da densidade óssea;
  • ajuda na proteção da cartilagem articular.

Como escolher um suplemento com colágeno?

Para acertar na escolha entre os tipos de colágeno, você pode selecionar conforme o benefício que pretende atingir. Veja alguns exemplos.

Para pele, unha e cabelo

Prefira suplementos que trazem peptídeos de colágeno hidrolisado. Como vimos acima, os peptídeos possuem tamanho bem menor, o que torna sua absorção superior. Um benefício maior pode ser obtido com um suplemento que também contenha vitaminas e ingredientes que complementam a sua ação.

Para articulações

O ideal é que estes suplementos contenham colágenos dos tipos I e II. Isso porque os estudos mostram que, enquanto o tipo II atua para reduzir a inflamação das articulações e diminuir a secreção de enzimas que atacam as cartilagens, o tipo I estimula a reconstituição da cartilagem desgastada.

Com os precursores de colágeno

Um bom suplemento pró-colágeno precisa fornecer os aminoácidos precursores do colágeno com os cofatores (vitaminas e minerais) necessários para que a produção endógena de colágeno aconteça. Por isso, observe quais são os aminoácidos da fórmula e se estão presentes os cofatores para esta síntese.

Melhor horário para suplementar

Os colágenos devem ser consumidos longe de outras refeições, diluídos em água ou suco de frutas cítricas. Frutas cítricas são ricas em vitamina C, o que ajuda na absorção.

Por isso, recomenda-se a ingestão logo pela manhã em jejum, ou à noite, antes de dormir. Estudos indicam que a produção interna pode ser impulsionada pela presença de GH (hormônio do crescimento) na corrente sanguínea, e no período noturno é quando nosso corpo produz o GH em maior quantidade.

Em breve, postaremos sobre os colágenos e peptídeos de colágeno mais procurados na manipulação. Para maiores informações, procure nossa equipe de farmacêuticos.

Confira no Blog Grindélia dicas simples para ter uma vida mais saudável!


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Ritmo circadiano ou ciclo circadiano, do latim circa (cerca de) e diem (dia), é o período de cerca de 24 horas sobre o qual o ciclo biológico de quase todos os seres vivos se baseia. O ciclo circadiano é influenciado pela luz, temperatura, dia e noite. Ele regula a atividade física, química, fisiológica e psicológica do organismo, influenciando a digestão, o estado de vigília, o sono, a regulação das células e a temperatura corporal.

Cada pessoa tem o seu próprio relógio interno e por isso os seres humanos têm sido classificados em matutinos, que são os que acordam cedo e dormem cedo, os vespertinos, que são os que acordam tarde e deitam tarde, e os intermediários.

O ritmo circadiano representa o período de 24 horas em que se completam todas as atividades do ciclo biológico da pessoa e que é controlado o sono e o apetite. O período de sono dura cerca de 8 horas e o de vigília dura cerca de 16 horas.

Durante o dia, principalmente por influência da luz, é produzido o cortisol, que é liberado pelas glândulas suprarrenais. Este hormônio geralmente é baixo à noite, durante o sono, e aumenta no início da manhã, para aumentar o rendimento das nossas atividades durante o dia. Este hormônio também pode aumentar em períodos de estresse ou estar mais elevado em condições crônicas, o que pode comprometer o bom funcionamento do ciclo circadiano.

Ao anoitecer, a produção de cortisol diminui e aumenta a produção de melatonina, que ajuda a induzir o sono, deixando de ser produzida pela manhã. Por esta razão, algumas pessoas que têm dificuldade para dormir, costumam tomar melatonina ao anoitecer, para ajudar a induzir o sono.

Quando em equilíbrio e normal funcionamento, a melatonina irá influenciar no sono, na renovação celular, nos processos inflamatórios, modulação dos efeitos do estresse, além de prevenir a resistência à insulina, auxiliar na fertilidade feminina, amenizar sintomas da menopausa e, recentemente descoberto, na queima de gordura corporal.

O ciclo circadiano pode encontrar-se alterado em algumas situações, podendo causar distúrbios no sono e originar sintomas como sonolência excessiva durante o dia e insônia durante a noite, ou mesmo causar problemas mais graves na nossa saúde.

Resumindo: ciclo circadiano é conhecido popularmente como relógio biológico, aquele que nos indica o horário de acordar, dormir, que nos dá fome perto do horário das refeições e nos deixa um pouco desorientados quando viajamos para países com fuso horário diferente. O ciclo circadiano regula fatores como: horário de sono, apetite, temperatura corporal, níveis hormonais, estado de alerta, pressão sanguínea e metabolismo.

Alguns fatores externos que interferem no ritmo circadiano são a exposição à luz azul de aparelhos eletrônicos como celulares e computadores em horários inadequados, assim como algumas drogas e a cafeína.

Alguns distúrbios decorrem das alterações no ritmo circadiano, incluindo:

  • Distúrbios do sono: o corpo é “programado” biologicamente para dormir durante a noite. Interrupções nos ritmos naturais do organismo podem prejudicar o sono, causando distúrbios como insônia;
  • Disritmia circadiana (jet lag): um distúrbio no ritmo circadiano causado por viagens durante a noite ou através dos fusos horários diferentes;
  • Transtornos do humor: a falta de exposição ao sol pode levar a condições como depressão, transtorno bipolar e transtorno afetivo sazonal (TAS);
  • Transtornos de trabalho: quando uma pessoa trabalha fora do dia típico de trabalho, ou quando trabalha durante a noite, causando mudanças no ritmo circadiano.

A desregulação no ritmo circadiano pode causar problemas como: ansiedade, sonolência diurna, depressão, menor desempenho no trabalho, maior propensão a acidentes, falta de agilidade mental, aumento do risco de diabetes e obesidade.

Do ponto de vista biológico, o corpo é feito para dormir durante a noite. É por isso que a humanidade não tem adaptações como visão noturna e olfato e audição aprimorados como os dos animais noturnos.

Como prevenir alguns distúrbios do ritmo circadiano

  • Evitar substâncias que afetam o sono pelo menos após as 16h, incluindo cafeína, álcool e nicotina;
  • Consumir bebidas frias, como chá gelado ou água;
  • Manter um horário regular de sono sempre que possível;
  • Expor-se à luz natural do sol;
  • Praticar exercícios físicos durante o dia;
  • Tirar sonecas de 10 a 15 minutos depois do almoço, se possível;
  • Evitar luzes artificiais ao entardecer e durante a noite, principalmente a luz azul (aquela dos celulares, computadores e lâmpadas LED brancas, por exemplo).

Com o ritmo de vida cada vez mais agitado, dormir tarde com o celular na cama, pular o café da manhã e jantar tarde da noite, se tornaram práticas comuns que contribuem para a alteração crônica do ciclo circadiano.

Para manter seu relógio biológico funcionando perfeitamente e, consequentemente, evitar os distúrbios do ciclo circadiano, algumas doenças e ganho de peso, é recomendado seguir as orientações acima.

Essas práticas, associadas à presença de um ambiente escuro e tranquilo, ajudam a normalizar a produção da melatonina e o funcionamento do nosso ciclo circadiano. Uma boa noite de sono faz toda a diferença!

Você sabe o que são probióticos?


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Para vivermos plenamente bem, é preciso repensarmos sobre nossas rotinas e decisões. Nossa expectativa de vida aumenta se tivermos alguns cuidados para garantir nosso bem estar físico, mental e espiritual. Lembre-se: mente sã, corpo são e vice-versa.

Veja abaixo algumas dicas simples que farão você manter a sua saúde em dia, para aproveitar os melhores momentos ao lado de si mesmo e da sua família.

Beba água
Pode parecer um aviso simples, mas beber água é fundamental para a manutenção das funções vitais do organismo e para evitar a desidratação. Então, nada de passar horas sem beber água. O ideal é beber de 35 a 40ml por kg de peso ao dia de água.Carregue sempre a sua garrafinha, principalmente se você morar em regiões mais quentes.

Movimente-se
Expulse o sedentarismo. Se puder, usa as escadas ao invés do elevador e não fique muito tempo sentado. Se o seu trabalho exige que você fique sentado por muitas horas, programe horários para levantar e dar uma volta no ambiente em volta. Além disso, também é importante adotar o hábito de praticar atividades físicas, de acordo com suas necessidades e recomendações médicas. Alguns exemplos de atividades possíveis de serem feitas são: natação, caminhada, dança, corrida, artes marciais, etc.

Alimente-se adequadamente
O debate sobre alimentação saudável não acontece por acaso, pois é primordial para evitar complicações cardiovasculares e combater o aumento desequilibrado do peso, por exemplo. O seu prato deve ter alimentos coloridos e diversificados.

Durma bem
A qualidade do sono tem influência direta nos resultados das funções desempenhadas ao longo do dia. Uma noite incompleta de sono pode desencadear irritação, atraso de tarefas, sonolência durante o dia, além de ser o gatilho para causar obesidade, depressão, doenças cardiovasculares, diabetes e problemas de memórias.

Mantenha o bom humor e sorria
Mesmo diante de obstáculos, por mais complicados que pareçam, é importante levar a vida com leveza e ter tranquilidade para encontrarmos as soluções. Sorrir traz mais benefícios do que imaginamos. Quando você solta aquela gargalhada, os níveis de cortisol e adrenalina (hormônios do estresse) diminuem e o nosso cérebro passa a produzir endorfina, uma substância que nos deixa relaxados. Com isso, o corpo produz mais células de defesa, fortalecendo assim o sistema imunológico. Portanto, “rir pode ser o melhor remédio”, sempre. Bom humor faz bem para a saúde! 

Dialogue e estabeleça bons vínculos sociais
Uma conversa amigável e compreensiva conserva relações. Ouça, fale, entenda. Ter bons vínculos sociais é outra coisa importante para alcançarmos uma boa qualidade mental. E o primeiro passo para construir essas relações é ter um bom convívio com seus pais, irmãos e outros familiares. E é também importante contar com a ajuda dos amigos. A amizade fortalece nossas vidas.

Faça exames periódicos
É fundamental cuidar da alimentação, praticar alguma atividade física e manter o cérebro ativo, mas isso deve contar sempre com o auxílio de especialistas. Seguir todos os cuidados desta lista não elimina a importância de visitar regularmente o médico. Durante os exames, o especialista avalia fatores de risco para doenças, histórico familiar, condição física e doenças prévias. Previna-se e faça seus exames de rotina.

Reserve um tempo para você
Em meio à correria diária, os cuidados consigo mesmo também devem ser priorizados, seja para a realização de uma leitura, um passeio, cuidados com a beleza ou momentos de descanso. Ter tempo para si mesmo garante mais vigor e felicidade.

Elimine os hábitos prejudiciais
Repense os seus hábitos e analise o que precisa ser eliminado e modificado. Você está utilizando excessivamente as redes sociais? Está utilizando celular no trânsito? Deixou de visitar seus familiares? Tornou-se sedentário? É possível transformar-se positivamente a qualquer momento. Avalie em quais aspectos a sua vida precisa de mudanças e tenha mais disposição física e mental.

Viu como é simples manter uma vida mais equilibrada, saudável e feliz?

Você sabe o que é Aromaterapia? 


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Como o próprio nome indica “aroma” significa cheiro agradável e “terapia” significa tratamento que visa à cura de uma indisposição mental ou física, a AROMATERAPIA é uma prática terapêutica que se utiliza das propriedades dos óleos essenciais 100% puros para restaurar o equilíbrio e a harmonia pessoal.

Ao sentirmos o aroma desses óleos essenciais, nosso corpo responde de forma positiva, chegando a promover melhoria de algumas doenças.

Essa prática mostra que há ligações entre o olfato e os sentimentos. Ao inalarmos os aromas, nossos canais olfativos mandam mensagem diretamente para o sistema límbico, a parte do sistema nervoso que é responsável pelas emoções. Depois disso, o cérebro reage às propriedade aromáticas, modificando o humor ou o estado de espírito de alguém.

A Aromaterapia completa outras terapias, tanto as convencionais quanto as complementares (hoje chamadas de cuidados integrativos), que buscam a cura de seus pacientes.

Mas, para isso, é preciso saber qual a função de cada óleo, além de saber como o utilizar.

Como utilizar os óleos essenciais?

Os óleos essenciais são extraídos de plantas e ervas, como laranjeira, lavanda, alecrim, eucalipto, entre outras. Eles são bem concentrados, por isso precisam ser diluídos em bases neutras, como óleos vegetais, para serem utilizados em massagens, por exemplo, ou utilizar poucas gotas para quando se quer inalá-los.

Uma das formas mais utilizadas, ultimamente, é utilizar difusores de ambiente. Eles transformam os óleos em vapor fazendo com que a essência se espalhe pelo ambiente.

Outras formas de utilizar os óleos são por meio de colares difusores, banho de assento, banhos convencionais, compressas ou inalação.

A Aromaterapia pode ser utilizada todas as vezes que a pessoa sentir necessidade de buscar algum tipo de efeito terapêutico para sua vida. O ideal é lançar mão dos óleos essenciais que têm mais a ver com seu momento ou ambiente no qual se encontra. Cada um oferece uma propriedade diferente e faz sentir várias sensações.

Os óleos essenciais, além de se serem altamente concentrados, podem causar manchas se usados sobre a pele e expostos ao sol. Por isso, é preciso ter o cuidado de usá-los apenas diluídos em óleos vegetais, bases neutras ou álcool de cereais.

Se você quiser incluir os óleos essenciais na sua rotina, é importante buscar a orientação de um aromaterapeuta. Este profissional estuda os efeitos e aplicações dos óleos, podendo te dizer qual o mais indicado para você e em qual quantidade precisa ser utilizado.

A aromaterapia é um dos vários tratamentos que podem ser feitos de forma paralela com o uso de medicamentos. Se você quer começar a utilizá-la junto com o tratamento que seu médico recomendou, avise-o sobre isso. Bem como, avise seu aromaterapeuta sobre o tratamento convencional que está fazendo. Assim, os dois podem agir em conjunto para a melhora da sua saúde ou apenas na promoção do bem estar.

Existe uma diversidade de óleos essenciais. Alguns dos mais utilizados e suas principais funções são:

Gerânio: alívio de sintomas de menstruação e menopausa; auxílio em casos de depressão, perda, medo, luto; melhora a aparência da pele; estimula a circulação linfática.

Lavanda: reduz o estresse, melhora a qualidade do sono; cicatrizante e regenerador.

Alecrim: ajuda a despertar, melhora a concentração e diminui a ansiedade; auxilia no crescimento capilar; estimula a circulação.Gengibre: promove a autoconfiança, melhora a concentração, aumenta a energia; anti-inflamatório e analgésico.

Bergamota: melhora a autoconfiança e o otimismo; equilibra apetite; cicatrizante e anti-inflamatório.

Ylang Ylang: trabalha a autoestima; relaxa; melhora a libido; facilita a expressão da afetividade; alivia sintomas da menstruação e menopausa.

Laranja doce: reduz a ansiedade; ajuda a trazer mais animação a idosos melancólicos; fortalece a empatia; combate celulite e gordura localizada.

Camomila: promove a serenidade e diminui a raiva; ajuda a desprender do passado; reduz inchaços, alergias e picadas.

Manjericão: estimula a criatividade e fortalece a concentração; ajuda em processos de bronquite, dores crônicas, tosse, sinusite; trata verrugas.

Tomilho: ajuda a liberar do medo; combate o esgotamento físico e emocional; repelente de insetos; combate micoses.

Pinho: escancara suas emoções e trabalha crenças limitantes; ajuda a estar aberto para receber o amor em sua vida; combate asma, rinite, bronquite, pneumonia e resfriados.

Melaleuca: diminui manchas na pele e acne;  anti-fúngico e anti-inflamatório.

Eucalipto: auxilia na assepsia de ambientes para quem tem problemas respiratórios; expectorante, combate asma, rinite, bronquite, pneumonia e resfriados; ajuda no foco e na autoconsciência.

Aromaterapia: uma abordagem histórica. 

Depressão: uma visão geral. Leia aqui! 


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Já falamos no texto anterior, sobre a importância das fibras para funcionamento adequado do intestino. Neste texto, falaremos sobre as fibras alimentares insolúveis e seu papel para nosso intestino.

As fibras alimentares são resíduos de células vegetais que não podem ser digeridos pelo nosso sistema digestivo, pois são resistentes à ação das enzimas digestivas.

As fibras insolúveis não interagem com a água, permanecendo intacta durante todo o trato gastrointestinal. Elas não são solúveis na água e não formam gel, como as fibras solúveis, mas têm como uma de suas principais funções, o aumento do bolo fecal, o que ajuda o funcionamento do intestino, estimulando os movimentos peristálticos, fazendo com que a comida passe mais rapidamente e com maior facilidade pelo intestino.

Fibras insolúveis agem no cólon proximal diminuindo a fermentação e no cólon distal aumentando a absorção de água, reduzindo o tempo de trânsito intestinal, facilitando e agilizando a eliminação fecal. As fibras insolúveis ainda estão relacionadas com a prevenção do câncer no intestino, sendo capazes de reter substâncias tóxicas ingeridas ou produzidas no trato gastrointestinal durante o processo digestivo. Ainda, reduzem o tempo do trânsito intestinal e o tempo de contato da superfície intestinal com substâncias mutagênicas e carcinogênicas.

As fibras insolúveis estimulam o funcionamento intestinal, diminuindo as chances de constipação intestinal e suas complicações secundárias, como hemorroidas, diverticulose e outras patologias intestinais.

Em alguns casos de prisão de ventre crônica ou mesmo diarreia, pode ser necessário usar suplementos a base de fibras que irão ajudar a regular o trânsito intestinal. Esses suplementos podem ser encontrados em supermercados, farmácias e lojas de produtos nutricionais, e normalmente são apresentados na forma de cápsulas ou pós para diluir em água, chá ou sucos.

Essas fibras provocam o aumento do bolo fecal e garantem maior fluidez às fezes. Como principais fontes de fibras insolúveis, podemos citar os cereais integrais, farelo de trigo, mamão e casca de outras frutas, milho, verduras folhosas (alface, couve, rúcula, espinafre), feijão, abóbora, frutas secas. As fibras insolúveis incluem celulose, algumas hemiceluloses e lignina.

A maioria dos alimentos ricos em fibras apresenta 1/3 de fibras solúveis e 2/3 de insolúveis, fazendo com que a segunda seja mais abundante na alimentação.

Qual a quantidade diária recomendada de fibras alimentares?

As recomendações de ingestão de fibras são ainda bem variadas e a diversificação da alimentação é de suma importância para uma rotina considerada saudável.

É importante ressaltar que se deve consumir alimentos ricos nos dois tipos de fibras (solúveis e insolúveis), pois cada uma delas apresenta singularidades importantes para a manutenção do corpo humano. Uma alimentação baseada em cereais integrais, frutas, verduras e leguminosas é a ideal e deveria ser adotada por todos.

Não se esqueça de procurar ajuda de um nutricionista ou médico que possam auxiliá-los a se alimentar da melhor forma de acordo com suas individualidades.


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Reconhecido como o “segundo cérebro”, sempre é muito importante frisar a importância da saúde intestinal. O intestino faz parte do sistema digestivo e é por meio dele que ocorrem alguns dos mais importantes processos no corpo humano. Ele é responsável pela absorção da maioria dos nutrientes (função do intestino delgado) e pela absorção da maior parte de água (função do intestino grosso) no organismo. Em seu trabalho normal, os alimentos devem percorrer todo o sistema digestivo a uma velocidade metabólica ideal. Tudo para que a massa alimentar e o bolo fecal não fiquem retidos (em qualquer parte do seu trajeto) mais do que o tempo necessário. Alimentos ricos em fibras, além de hidratação adequada contribuem para a saúde do nosso intestino.

Pesquisas mostram que, por conta dos milhares de nervos, o intestino pode lançar sinais químicos e interconexões. Daí as sensações de medo ou angústia, entre outras, serem muito sentidas pelo órgão (e o que muitos entendem como dor de barriga, é o intestino “pensando” como um cérebro mesmo).

A nutrição adequada otimiza a função intestinal, ou seja, dá suporte para que o intestino execute sua função: digestão, absorção de nutrientes e excreção. Se o processo falhar em alguma etapa, sentimos os “efeitos colaterais”: maior produção de gases, distensão abdominal, desconforto, constipação ou diarreia, alterações de sono e humor, baixa na imunidade, perda de vitalidade da pele, unhas e cabelo, queda na disposição física, entre outros. As fibras têm múltiplas funções. Podem ajudar na retenção de água nas fezes, aumentar o bolo fecal e gerar uma consistência que facilite a expulsão das fezes, além de servirem como fonte de energia para os microrganismos presentes na microbiota intestinal. São diversos benefícios ao trato digestivo e à saúde como um todo.

É tarefa quase impossível falar em nutrição do intestino sem citar a microbiota intestinal. Ela é composta por bactérias que habitam naturalmente o intestino. Essas bactérias desempenham um papel metabólico, nutricional, e fisiológico. Também são fundamentais nos processos imunológicos do corpo humano, exercendo atividades metabólicas muito importantes. Elas contribuem no metabolismo, na digestão e absorção de vitaminas e fortalecem o sistema imunológico.

Por que o Intestino é considerado nosso segundo cérebro? 

Nos últimos anos, vários estudos apontam o intestino também como um importante órgão endócrino que ajuda na produção de hormônios e neurotransmissores que influenciam o funcionamento de todo o corpo, assim como a saúde mental. É por esse motivo que o intestino tem sido chamado de segundo cérebro.

As fibras alimentares apresentam grande papel na manutenção da saúde do nosso intestino. Primeiramente, elas são a parte do alimento vegetal que não é digerível, sendo assim, resistentes à digestão e à absorção intestinal. Também não são absorvidas pelo organismo. No entanto, elas trazem grandes benefícios ao organismo e se classificam em fibras solúveis e insolúveis.

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Resumindo: fibras alimentares são compostos de origem vegetal, correspondentes às partes comestíveis de plantas ou carboidratos análogos que, quando ingeridos, são resistentes à hidrólise, digestão e absorção no intestino delgado e sofrem fermentação completa ou parcial no intestino grosso de humanos.

Não se esqueça: ao aumentar seu consumo de fibras, beber quantidade adequada de água é fundamental.


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